
São Paulo, 29 (AE) - Imagine como seria comprar um carro e, logo após dar a partida, ouvir do vendedor as seguintes exigências: "O senhor está obrigado, por contrato, a só abastecer na nossa rede de postos de gasolina. Não tente nenhuma ‘gracinha’, senão o motor não vai pegar. Além disso, o senhor se compromete a comprar X litros de gasolina por mês - que, se não forem gastos, serão automaticamente descartados pelo tanque do carro".
Bizarro, não? Mas é mais ou menos assim que funciona o mundo dos celulares. Na maioria dos casos os aparelhos vêm bloqueados, ou seja, propositalmente ‘travados’ para só funcionar na rede de uma empresa - se você quiser trocar de operadora, azar o seu. Algumas vezes, até mesmo funções vêm limitadas. Não há como mudar o toque, o papel de parede ou instalar programas que não sejam os vendidos pela operadora.
É difícil pensar num produto que venha tão cheio de limitações após a compra. Nem as perigosas armas de fogo estão sujeitas, por contrato, a tantas restrições. Quem é, afinal, o dono do seu celular? O fabricante? A operadora? Não. É você mesmo. Mas nem parece.
Só que uma rebelião contra esse mundo de restrições está começando - e, quem diria, por causa da Apple. Quando Steve Jobs lançou o iPhone, há dois meses, todo mundo babou com os recursos ultra-sofisticados do aparelho. Mas, logo depois, veio a decepção: superbloqueado, o iPhone só funciona na rede da operadora americana AT&T - e, no que depender da Apple, não tem nem previsão de chegada ao Brasil.
Foi a deixa para a mobilização de um esquadrão de hackers, que começaram a procurar um jeito de romper o bloqueio e libertar o iPhone para uso em qualquer lugar do mundo. Na semana passada, eles conseguiram.
Graças a um hacker de São Paulo, que prefere não se identificar, o Link pôde ver e testar com exclusividade o primeiro iPhone realmente desbloqueado para uso no Brasil.
Como você pode conferir na foto acima, ele está rodando na rede de uma operadora brasileira, no caso a TIM. Mas teoricamente funciona em qualquer rede que adote o padrão GSM - segundo relatos, já funciona na Claro (e deve rodar sem problemas também na Vivo). Isso porque o bloqueio está no aparelho, e não na operadora - o que também ocorre no seu telefone.
O iPhone não é o primeiro celular a ser desbloqueado - praticamente todos os aparelhos atuais, dos mais simples aos mais refinados, já podem ser "libertados". O da Apple é apenas o mais desejado de todos. Mas por que, afinal, as operadoras bloqueiam seus aparelhos e estipulam condições que às vezes parecem abusivas para os consumidores? (www.bloqueinao.com.br)
Bizarro, não? Mas é mais ou menos assim que funciona o mundo dos celulares. Na maioria dos casos os aparelhos vêm bloqueados, ou seja, propositalmente ‘travados’ para só funcionar na rede de uma empresa - se você quiser trocar de operadora, azar o seu. Algumas vezes, até mesmo funções vêm limitadas. Não há como mudar o toque, o papel de parede ou instalar programas que não sejam os vendidos pela operadora.
É difícil pensar num produto que venha tão cheio de limitações após a compra. Nem as perigosas armas de fogo estão sujeitas, por contrato, a tantas restrições. Quem é, afinal, o dono do seu celular? O fabricante? A operadora? Não. É você mesmo. Mas nem parece.
Só que uma rebelião contra esse mundo de restrições está começando - e, quem diria, por causa da Apple. Quando Steve Jobs lançou o iPhone, há dois meses, todo mundo babou com os recursos ultra-sofisticados do aparelho. Mas, logo depois, veio a decepção: superbloqueado, o iPhone só funciona na rede da operadora americana AT&T - e, no que depender da Apple, não tem nem previsão de chegada ao Brasil.
Foi a deixa para a mobilização de um esquadrão de hackers, que começaram a procurar um jeito de romper o bloqueio e libertar o iPhone para uso em qualquer lugar do mundo. Na semana passada, eles conseguiram.
Graças a um hacker de São Paulo, que prefere não se identificar, o Link pôde ver e testar com exclusividade o primeiro iPhone realmente desbloqueado para uso no Brasil.
Como você pode conferir na foto acima, ele está rodando na rede de uma operadora brasileira, no caso a TIM. Mas teoricamente funciona em qualquer rede que adote o padrão GSM - segundo relatos, já funciona na Claro (e deve rodar sem problemas também na Vivo). Isso porque o bloqueio está no aparelho, e não na operadora - o que também ocorre no seu telefone.
O iPhone não é o primeiro celular a ser desbloqueado - praticamente todos os aparelhos atuais, dos mais simples aos mais refinados, já podem ser "libertados". O da Apple é apenas o mais desejado de todos. Mas por que, afinal, as operadoras bloqueiam seus aparelhos e estipulam condições que às vezes parecem abusivas para os consumidores? (www.bloqueinao.com.br)

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